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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Corinthians lança filme "papai e mamãe" sobre Centenário

Definido pelo diretor de marketing do Corinthians, Luís Paulo Rosemberg, como um "filme papai e mamãe", "Todo Poderoso: O Filme - 100 anos de Timão" teve sua pré-estreia na manhã desta quarta-feira, em São Paulo. A obra retrata em 100 minutos os 100 anos de história, com imagens raras do início do século XX e depoimentos de 54 pessoas, entre torcedores ilustres, jornalistas, ex-jogadores e dirigentes.

Comparado com os outros dois filmes já lançados - "Fiel" e "23 anos em 7 segundos - O fim do jejum corinthiano" -, Rosemberg viu uma obra mais centrada. "Os outros filmes foram dramalhões mexicanos, valorizando a torcida. Agora é papai e mamãe, com a luz apagada e lençol por cima", disse há uma semana, quando anunciou a divulgação do trailer da obra. Os diretores de "Todo Poderoso" concordam com o dirigente.

"A imagem que ele faz é correta. Tínhamos material para fazer um filme pastelão, onde todos iam rir, ou fazer um dramalhão para muito choro, poderíamos fazer algo mais didático, mas chegamos em um tom correto. Em nenhum momento apelamos", afirmou André Garolli, co-diretor. Seu companheiro foi Ricardo Aidar, que dirigiu também "23 anos em 7 segundos" e explicou porquê "Todo Poderoso" é diferente.

"O filme tem uma narrativa muito grande. Não é o enredo de uma só história, são 100 anos. A estrutura acaba sendo mais clássica, preocupada com o todo e não em aproveitar apenas um episódio", disse Aidar, que trabalhou por dois anos na produção da obra. A narração é feita pelo ator Dan Stulbach e entre os entrevistados está o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

"Queríamos entrevistar vários jogadores, como o Edílson, o Rivellino, o Viola, mas tivemos problemas com agenda", afirmou o diretor, ao justificar a ausência do atacante Ronaldo, que é muito citado no final da obra, mas não deu depoimentos. Outros episódios ficaram fora da edição final, entre eles as derrotas mais sofridas, como na Copa Libertadores, grande sonho do centenário.

"Entendemos que o Corinthians é o Corinthians sem a Libertadores. Além disso, há uma distorção quanto à importância das competições. Os três tricampeonato paulistas (22/23/24, 28/29/30 e 37/38/39) citados foram conquistados quando este era o campeonato mais importante", relevou Ricardo Aidar. O maior problema, de acordo com os diretores, foi a seleção para enquadrar um ano por minuto de película.

"A palavra que define tudo é: dor. É muita história. Tivemos até que negociar, mas acho que conseguimos como resultado uma revista cinematográfica, um grande panorama do que foi esse século de Corinthians", opinou André Garolli, que ficou responsável por reproduzir imagens inexistentes nos arquivos. No Parque São Jorge, caracterizou atores para imitar jogadas de Neco, jogador da década de 20, entre outras.

"100 minutos nunca é o suficiente. Tem muita história de torcedores, casos de ex-jogadores que gostaríamos de ter colocado, mas o DVD vai ter mais 120 minutos de imagens extras. É como um novo filme", complementou Ricardo Aidar, corintiano de nascença e frequentador de estádios desde 1977. Garolli, que é curitibano e carrega leve sotaque, também garante ser torcedor do Timão e sócio do clube.

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